AVISOS
Meus queridos membros! É com um pesar do tamanho de uma cacholote, que tomo a decisão. Eu tenho pouco tempo.. Com "trabalho" e estudo, não da pra administrar sozinha o forum. Tenho apenas uma pessoa que se disponibiliza a ser GM.. e sabemos bem que uma pessoa só não é suficiente neh... Então, infelizmente, vou ter que fechar o forum pra reforma. E sim, adoraria a ajuda de quem puder. Acho que o povo sabe meu msn (darklittlelady@hotmail.com). Mas como provavelmente o msn vai se aposentar. Skype: Ivy-sama Facebook: https://www.facebook.com/ivone.alvarez.33 Quero lembrar a todos, que o forum não está abandonado. Em minha ausencia, já construi algumas boas coisas no meu caderninho.
Mas ainda falta um bocado para que fique realmente bom.

Peço desculpas por isto. Travar o forum era a última coisa que eu queria, mas infelizmente não tenho pessoal suficiente pra mantê-lo enquanto trabalho. E se eu ficar sobrecaregada, alguma coisa não irá funcionar.

Quem tiver interesse em me ajudar, entre em contato!
Eu to sem no momento, mas logo logo conserto ele. To só esperando as peças.

Obrigada pela compreensão.

Att,
ADM!
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O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Bluesday em Qua Set 12, 2012 9:29 pm

Callystia, Terras de Ghondrian, Centro de Urchblade, Fim da tarde, Em uma época qualquer

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O sol estava preste a se por, porém ainda brilhava intensamente. Alguns moradores passeavam por ali, outros faziam suas compras nas lojas, e outros se dirigiam para suas casas. Os soldados fazendo a ronda e mantendo a paz no lugar. As tabernas sempre de portas abertas para seus clientes, que sempre estavam entrando. Estava tudo bem calmo naquele dia, que parecia ser como qualquer outro.

No entanto, uma grande sombra se pós em cima da Vila Urchblade. Principalmente no centro da vila, que parecia que a sombra ia ficando cada vez mais forte. Essa repentina sombra chamou a atenção de um senhor observador e conhecedor do clima, que resolveu olhar para cima, pois achou estranho a sombra naquele dia ensolarado sem nenhuma nuvem no céu.

Quando o homem olhou para cima, ele na mesma hora se espantou com o que viu, sua face até mesmo ficou vermelha e engoliu em seco a saliva que tinha. E não foi atoa o motivo do senhor começar a soar frio. Quando percebeu o que via, não conseguiu gritar de medo. Estava completamente sem reação, talvez já havia passado por problemas causados por criaturas como aquela. Entretanto um rapaz notou a aflição do senhor e se aproximou do mesmo perguntando se estava tudo bem. Porém não recebeu resposta alguma. Depois de três tentativas falhas de saber o que o velho tinha, resolveu olhar para onde ele estava olhando. Quando olhou o rapaz arregalou os olhos e voltou sua vista para o velho e ficou calado por dois segundos olhando o velho, até que resolveu gritar e sair correndo.

DRAAAAAAAAAAGÃÃÃÃÃÕ!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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Sim. Um dragão vermelho e furioso estava aterrissando no centro da Vila Urchblade. Assim que o garoto deu aquele berro, alguns riram do rapaz, outros olharam para cima e se aterrorizaram e começaram a fugir desesperadamente, se tropeçando em seus próprios pés e caindo no chão. Os risonhos vendo que era verdade, trataram de correr também.

Enquanto todos corriam, o dragão ia descendo. Quando estava a ah uns trinta metros de altura do local, o enorme dragão lançou uma baforada contra o centro da vila, saindo uma poderosa rajada de fogo contra os moradores, que agora ardiam em chamas, sem saber como apagarem o fogo.

Os guardas iam aparecendo sem saber o que fazer contra aquilo. Estavam em vantagem numérica, porém nada podiam fazer contra aquele enorme bicho que voava o local arremessando rajadas de fogo, na qual eles agora também tinha que lidar e procurar uma forma de apagar o fogo que queimavam seus corpos. Porém nada adiantava, as pessoas corriam em procura de água, mas o vento gerado pela corrida apenas causava o aumento das chamas. Pobres pessoas, estavam condenadas a morrerem queimadas.

O dragão então saiu daquela região e foi atacando outras áreas da vila, causando um caos completo. Os soldados que estava protegidos, agora iam em busca de cata-putas sob ordem do comandante. Era a única chance deles, já que as flechas não alcançavam e as que chegavam a encosta no dragão, simplesmente colidiam e caiam, pois o couro da criatura era muito resistente.

Cata-putas devidamente posicionadas de acordo com a estrategia e dedução dos especialistas do exercito, foram ativadas no momento ordenado. Elas condiam pedras enormes, outras fechas gigantes que eram disparadas contra o dragão. Algumas chegaram a acerta a criatura, e até mesmo conseguiram causar alguns arranhões e feridas, mas nada significativo.

Quando o dragão se cansou de brincar com os soldados e com aquela cidade, ele devastou a localização das cata-putas e incinerando a esperança dos soldados e moradores, que agora se ajoelhavam perante ao dragão, que percebendo que estavam desistindo em meio aquele inferno de fogo, começava a aterrissar.

Foi quando de repente, o dragão que se aproximava do solo, foi bruscamente empurrado de cima para baixo. Foi tudo tão rápido que em um instante o dragão se esborrachou, criando uma vasta poeira causada pelas casas e outras construções que foram completamente destruídas. Com isso a visão havia ficado péssima para todos, nada podiam ver e nem o que havia atingido a criatura.

Quando a poeira começava a dissipar, e a visão ficava mais clara, podiam ver a forma de alguém ou alguma coisa. Não sabiam definir o que era, então resolveram se aproximar. Quanto mais perto chegavam, mais concluíram que era algo em forma de pessoa segurando alguma arma comprida.

Quando finalmente a poeira fora empurrada pelo vento que surgiu, todos os sobreviventes puderam ver seu salvador. Um dos cidadãos ficou maravilhado com o que viu e correu para perto, se ajoelhando diante da pessoa que havia salvo eles. O mesmo estava sobre a cabeça do dragão, com uma imensa lança fincada sobre a cabeça da criatura, que agora jazia morto ali.

A pessoa não se intimidou, mesmo com a expressão seria que o matador tinha em sua face e o olhar frio em seus olhos. Então simplesmente o cidadão agradecido exclamou de emoção, se prostrando diante o ser que estava sobre o dragão.

Um anjo!! Um verdadeiro anjo, er... quer dizer... uma ANJA!! Isso existe mesmo? O que isso importa... Obrigado OH GRANDE SALVADORA DE GHONDRIAN!! Obrigado senhor DEUS por enviar um de seus anjos para nós proteger. Amém!!

[Você precisa estar registrado e conectado para ver esta imagem.]


Realmente era um anjo, ou como o aldeão mencionou, uma anja? Enfim, que seja uma anja. Ela era alta, era muito bela, mesmo com aquela expressão fria, tinha os cabelos compridos e louros bem claros, seu corpo era magnifico, o sonho de qualquer homem ter em seus braços, e ainda por cima suas vestimentas não passava de uma ombreira no lado direito, um par de braceletes compridos e caneleiras que iam até a metade da coxa, e um fino pedaço de pano personalizado, que cobria apenas a área que seria o genital humano, e seus seios eram fartos e estavam a amostras, suas asas não eram muito grandes, era proporcional a seu corpo e a bela matadora de dragões tinha uma imensa lança em sua mão esquerda, com a ponta atravessada na cabeça do dragão e na outra, um pano vermelho bem largo e comprido que dava algumas voltas pelo corpo da anja.

Encantando com sua salvadora, o rapaz ao se prostrar diante a anja, resolveu dar um beijo nós pés da anja, ignorando completamente o fato do dragão estar ali. Parecia confiar completamente na anja.

A mesma que agora sentia seu delicado pé sendo tocado, com a mesma expressão nada amigável, ela olhou para o sujeito com desprezo.

Humanos...

Após a primeira palavra pronunciada, a bela anja retira sua lança da cabeça do dragão, levando para cima, e no mesmo instante voltando ela para baixo com força e velocidade, em direção ao humano, que agora acabará de receber um golpe fatal nas costas, na região do coração. O sujeito não teve nem mesmo reação de dor e agonia contra aquele ataque inesperado.

A lança havia entrado com muita facilidade, mesmo a ponta da mesma sendo diferente do comum. As pessoas em volta ficaram surpresa com o ocorrido, outras até gritaram, e alguns protestaram.

O que??

Como você ousa?

Por que fez isso?

Você não veio nós ajudar??

Todos estavam revoltados com a atitude da anja. Porém ela não ligava, apenas olhou com o mesmo desprezo para todos, e logo bateu suas asas e subiu meio metro de altura.

Humanos tolos. Eu não salvei ninguém, apenas eliminei um empecilho que estava em meu caminho. Os próximos são vocês!

Quando a bela anja finalmente falou, todos calaram. Sua voz era extremamente séria e profunda, até parecia que a voz estava sendo transmitida pela mente e não escutada pelos ouvidos. Mas quando foi dito que os próximos seriam eles, todos começaram a insultar a anja.

Os próximos o inferno, vá para que o diabo te carregue.

Sua put*, saia já daqui. Maldita!!

A anja então movimentou a ponta da lança para cima, enquanto as pessoas a xingavam de todos os nomes possíveis. Olhou mais uma vez para os humanos e em questão de um segundo ou menos, a gritaria havia parado. Um silencio absoluto. Nem mesmo o vento fazia algum ruído.

Desculpem. Mas eu que carreguei o diabo.

Ao dizer isso, os corpos das pessoas iam caindo no chão. Todos haviam sido atacados pela anja, que agora tinha sua lança mais suja de sangue, do que antes. O centro da vila estava um verdadeiro mar de sangue. Até mesmo parte do incêndio havia sido apagado pelo sangue que voava de alguns humanos. Estavam todos mortos realmente, e aquele lindo final de tarde ensolarado que tinha tudo para ser um excelente final de dia, se torno um terrível pesadelo, marcado por um mar de sangue e uma vila em chamas.

A anja já não estava mais ali, havia partido para outras regiões da vila, cometendo as mesmas atitudes. Após finalizar com aquela vila, partiu para a próxima vila que as terras de Ghondrian possuía e ia dizimando cada uma delas. Em uma semana a anja tinha atacado sete vilas, apenas as vilas que não tinham sido atacadas foram a Vila Melwood, Vila Widescott e Montanha de Khalidrian. Apenas essas três foram poupadas ou ainda não atacadas.

Porém nesse única semana todo o continente de Callystia havia sido informado dos ocorridos em Ghondrian. Alguns apoiavam o que a anja estava fazendo, outros amaldiçoavam o que estava sendo cometido. Mas o fato era que Ghondrian estava em caos e sem saber como agir. Nunca havia sobreviventes e ninguém nem sabia realmente quem estava cometendo tudo aquilo, até que uma das vítimas do último ataque conseguiu por sorte fugir até sua casa e escrever as pressas as informações sobre quem estava atacando, e envio para qualquer canto em um pássaro correio, que conseguiu entregar a informação. Já quem enviou a mensagem não durou muito tempo após conseguir tal façanha.

No entanto, a informação era muito vaga e difícil de se acreditar, mesmo estando suja de sangue, pois acreditar que uma anja estava fazendo tudo aquilo, era muito surreal, mas foram obrigados a acreditar em tal possibilidade, por não terem nenhuma informação a mais sobre os ataques.

Com as informações espalhadas por toda a Callystia, todas as terras começaram a se prevenir de possíveis ataques. A onde quer que as pessoas fossem, eram rigidamente verificados e interrogados.

Porém as perguntas que todos se faziam era... Quem está fazendo isso, quais os motivos e para que proposito. E esse era o assunto mais comentado nas ruas, casas, tavernas e etc.


~/#/~ oFF ~/#/~

Então galera. Finalmente se deu início a campanha.

Houve esse tal acontecimentos, e vocês ficaram sabendo de alguma forma. E é esse primeiro ponto que eu peço que vocês foquem em interpretar no primeiro post de vocês. Ou seja, o local que vocês estavam quando descobriram e como que foi.

Exemplo: * Estava em um dia quente e resolvi entrar em uma taverna e tomar um refresco para aliviar o calor. Foi quando escutei sem querer uma conversa séria sobre ataques em Ghondrian. *

Isso é uma forma, uma das mais comuns até. Podem usar isso e outras formas. Coloquem a cuca pra rodar e inventem também suas próprias maneiras.

E antes que fiquem em dúvida, podem usar a região que quiser do continente de Callystia para o início. Menos as vilas que já foram atacadas em Ghondrian, pois se leram bem, verão que apenas três delas não foram atacadas, então obviamente tais vilas de Ghondrian não poderão se dar início, afinal todos foram mortos. Então não preciso dizer quais delas foram atacadas. Para não ter problema, não postem nas terras de Ghondrian, fica mais fácil para vocês.

E lembrando, o grupo está separado, na verdade ainda nem tem realmente um grupo formado e nem sabemos se irá ter.


~/#/~ Concelho de postagens ~/#/~

Então pessoal, peço que quando vocês terminarem de postar, leiam seu post ou até mesmo releiam.

Por que peço isso?

Simples. Muitas vezes quando estamos digitando o texto, achamos que esta tudo bonitinho, porém quando relemos, encontramos muitos erros ortográficos e falta coesão no texto, deixando o conteúdo meio ou completamente sem sentido. E isso pode ocasionar em uma interpretação prejudicada para os outros players que estiverem junto do seu personagem e para o narrador, que terá que seguir em diante com a história. E se um ponto importante que você citou no seu post, porém não foi muito compreendido pelos leitores e jogadores, fica ruim as vezes para produzir os post's.

Então faço esse pedido. Não tenham preguiça de reler o que você escreveu e concertem o que for necessário e modifiquem as frases que tiverem um sentido estranho e façam a melhoria naquele pedaço do texto.

Sei que isso é o básico para uma boa postagem, mas estou apenas relembrando. Afinal pode haver alguém que não faça isso.

Obrigado a atenção de todos vocês e que tenham uma ótima campanha!

Bluesday


Última edição por Bluesday em Qui Out 04, 2012 12:53 pm, editado 1 vez(es)
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Razor Wind em Sab Set 15, 2012 3:50 pm

O lusco-fusco jazia sobre a densidade e cumulação de árvores daquele local, pouco-a-pouco os raios luminosos incidiam por entre as folhagens daquele âmbito, criando uma sensação agradável e uma temperatura amena e reconfortante. Conforme os feixes dourados do astro-rei tocavam as árvores, era possível observar um brilho diferenciado, como se do próprio tronco daquelas minúsculas partículas de Gaia cristais estivessem devidamente nascendo para tornar o local ainda mais mágico. Deveras a floresta de Thoeak no reino de Leryann jamais estivera tão bela, talvez o sol e o vento ameno que soprava criando um som harmonioso, tornassem o local de uma visão única e inigualável. Eis que ali, no Vilarejo de Netherton o dia tinha seu início.
Um jovem de cabelos negros e uma expressão serena caminhava tranquilamente pelas ruas do lugar, seus olhos azuis ficavam ainda mais belos com a luminosidade daquele Vilarejo e, o rapaz relativamente alto observava tudo à sua volta, não estava maravilhado, tampouco menosprezava a beleza do local, parecia compreender a perfeição de Gaia em todos os seus aspectos, este era ninguém menos que Ultus Veigh. Quando de repente uma pequena elfa esbarrou em suas pernas, a linda menina de cabelos loiros ficava com certa feição de espanto, afinal trombar com uma pessoa mais velha já era um motivo para se desculpar, mas um estranho além de errado, ela não tinha certeza da reação deste. Ultus virou seu belo rosto para a garota e num gesto suave colocou sua mão direita na cabeça da menina elfa, como uma espécie de carinho, enquanto lhe sorria de forma fraterna.

- Ora ora, não se assuste.

- Desculpe, moço.

- Não há porque se desculpar, pequenina. Mas, o que uma garotinha faz andando sozinha pelas ruas?

- Eu tava levando o cristal pra mamãe. Eu moro logo ali ó - apontava para uma casa.

- Cristal? É uma joia de presente? ^^

- Não moço, hihi. Nós elfos não temos jornal igual os outros lugares, então tudo o que passa a gente coloca aqui.

- Hm...e será que eu poderia ver?

- Claro! Vem moço, papai e mamãe estão em casa, eles vão deixar você ver!


Ultus não proferia mais nada, apenas sorria diante da gentileza da elfa de longas madeixas loiras, enquanto esta lhe puxava pela mão direita guiando-lhe para a sua casa. Ao chegar no local, a pequena saiu correndo para contar aos pais que tinham visitas. De fato os elfos eram bem receptivos quanto à visitas, mas não tinham o costume de receber humanos em suas casas, mesmo porquê seu reino é de difícil acesso e poucos humanos se aventuram pelas florestas perigosas e outros terrenos desfavoráveis que encontram pelo caminho até chegar à Leryann.
Ao se depararem com a figura de Ultus, ambos ficavam um pouco receosos, afinal era um estranho que estava em sua casa. O sol que outrora iluminava o lado de fora, agora perdia seu brilho por entre as densas nuvens que aos poucos haviam se instalado pela imensidão celeste. Nesse fatídico instante o pai aparentava não gostar da presença do rapaz. Os elfos tinham costumes bem diferenciados e sua ligação com a natureza era de fato invejável, sabiam determinar coisas como batalhas de dia anterior e maus presságios apenas olhando o tempo e como a natureza se comportava de um dia para o outro. Então, Ultus Veigh proferiu.

- Hm. As nuvens taparam o sol, me parece que alguma coisa ruim está acontecendo.

O púbere fitava rapidamente o pai da garota, o qual mudava sua expressão de maneira súbita. Parecia perguntar a si mesmo como um simples humano poderia ter tamanha ligação com a natureza a ponto de compreender os mesmos pensamentos que ele sobre o tempo.

- Acho que cheguei em um momento inoportuno, junto com as más notícias. Oh! Desculpem, que indelicadeza a minha, me chamo Ultus Veigh. Sua filha me disse que este cristal funciona como o jornal de minhas terras. Eu gostaria muito de vê-lo se possível.

Ultus novamente sorria de forma carismática. O elfo ainda um pouco relutante olhou para a esposa que concentiu com a cabeça, então ambos concluíram que não teria problema algum em deixar o rapaz de cabelos negros olhar as notícias que espalhavam-se pelas terras médias. Posicionaram o cristal em uma espécie de tabuleta de mármore com um encaixe regulável e em questão de segundos um clarão tomava conta da casa. A luz não cegava de fato, eram apenas imagens projetadas em hologramas. Eis que a primeira e mais importante notícia iniciava-se. A imagem de um dragão sobrevoando a cidade de Urchblade e após um período caótico um falso salvador, uma silhueta feminina que rasgava cidades. Sua imagem não era perfeita e estava quase que completamente em sombras, afinal as informações sobre a anja que devastava a terra média eram poucas e ela não aparentava deixar qualquer sobrevivente para contar a história.
Durante uma pequena fração de segundos, Ultus desviava o seu olhar das imagens tridimensionais que passavam diante de seus olhos e observava o movimento do lado de fora pela janela que estava aberta. Aparentemente todos estavam vendo a mesma notícia, então era fácil entender porquê a pequena elfa tinha tanta pressa em levar o cristal para seus pais. Certamente toda Leryann estava sendo alertada através deste boletim emergencial e diferente dos humanos, os elfos mesmo em momento de terror conseguiam manter a calma e proteger suas terras e suas famílias.
Mais algumas cenas eram passadas e por fim o holograma cessava. O espanto havia se instalado no rosto dos dois elfos adultos que ali estavam, de fato a menina estava ainda mais aterrorizada, acabara de ver o que poderia ser a destruição de tudo o que conhecia. Então o rapaz humano voltava a falar.

- Parece que as coisas andam complicadas. Senhor, eu entendo que os elfos detém grande conhecimento sobre Gaia e sobre as terras distantes e, depois do que vi nessa notícia, eu gostaria de algumas informações.

- E o que seria?

- Durante algumas viagens que fiz, ouvi rumores de terras distantes, as quais nenhum homem jamais saiu vivo e o paradeiro é um tanto quanto complexo. Certamente os humanos desconhecem a vastidão e magnificência deste plano, e é por isso que eu acredito que possa me dar essa informação.

- ... - Não dizia nada, apenas aguardava a continuidade.

- Quero saber como chegar em Fantasy Castle.


Ultus Veigh agora trazia em seus olhos algo diferenciado, uma certa ambição, algo que um assassino certamente carregava consigo. E nesse momento os olhos do elfo focaram-se no azul profundo e místico dos olhos de Ultus

- Você está louco?! Como ousa entrar em minha casa e me perguntar das terras banidas?! Se este lugar devêsse ser descoberto ou habitado, certamente não seria escondido. Lhe dar esse tipo de informação colocaria tudo em risco! Eu não lhe conheço, mas vejo em seus olhos que sua alma está manchada em sangue!

- Hm...Eu pensei que entenderia melhor do que outros. Este plano está manchado de sangue e ódio, até mesmo uma partícula dos Deuses resolveu se rebelar e fazer tudo por conta própria, mas você foi incapaz de notar o que se vê além de seus olhos, você foi incapaz de compreender que todas as terras podem ser devastadas e que contra aquele poder não há elfo vivo que possa combater. Seus conhecimentos são magníficos, mas vocês já não possuem mais o guardião que um dia carregou o fardo de protegê-los, não é mesmo? - Os olhos de Ultus eram intensos, exibia a verdade em fala e em alma, mostrava ao elfo como o mundo poderia ser podre. - Vocês precisam aprender a proteger suas vidas por conta própria e eu sei que sua vida vai muito além de seu corpo e seu sangue. - Olhava para a garotinha de cabelos loiros. - Seu desejo é protegê-la, não é? Seu desejo é ter a coragem de fazer algo na vida que pudesse lhe orgulhar. Eu sou esse desejo, eu sou o seu escudo, seu manto e seu refúgio. Essa anja não passa de mais um ser induzido pela loucura de sua própria mente e em busca de uma implacável revolta pessoal. Tudo o que você tem a fazer é ter a coragem de proteger essas pessoas que ama e então eu realizarei o seu desejo.


O elfo já não via mais um assassino, não via um homem, nem mesmo um estranho. Ele olhava através daquele azul marinho o equilíbrio perfeito de toda a energia, o fluxo da vida que brilhava intensamente pelas íris daqueles olhos, a natureza pura como deve ser. E naquele momento de epifania do elfo, ele pôde enxergar todo o seu ser, o coração das pessoas, era como ver o mundo inteiro em apenas alguns segundos, era incrível o que o encontro de duas almas poderia realizar.

- Toma, isso é pra você.

Ultus simplesmente deixava o seu lugar de outrora e num movimento rápido pegava uma laranja e colocava nas pequenas mãos da garotinha, o pai ainda estonteado por tudo o que vira, fitava Ultus com uma expressão de surpresa.

- Talvez não seja tão boa quanto as frutas que vocês possuem aqui, mas está realmente doce. ^^

Após o intervalo de dois minutos, Ultus Veight saia da casa onde tivera tal conversa e caminhava pelo Vilarejo.


OFF: Deixei o intervalo de dois minutos em aberto pois dependerá do narrador se eu obtive ou não esta informação que procurava. Afinal eu não sei quais são seus planos para a campanha, então não quis afirmar receber a informação para talvez não atrapalhar a história ^^


Última edição por Razor Wind em Sab Set 15, 2012 6:01 pm, editado 1 vez(es)
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por saphyra odin em Sab Set 15, 2012 5:24 pm

_Já fazia duas semana e meia que Lena estava em Nevton por incrível que pareça esse foi o lugar que ela ficou há mais tempo dês de que começou a fugir sempre andando de cidade em cidade não ficando mais de dois dias apenas em cada vila que passava. Nevton de fato é um lugar calmo por enquanto ela não teve problemas nenhum tanto é que a mesma andava com trajes normais não usava suas tradicionais roupas de batalha não precisava nem carregar algum tipo de arma, pois ali ela era uma pessoa normal um típico plebeu humano, Lena caminhava calmamente pelas ruas menos movimentadas de Nevton iria para uma das lojas de alimentos desde que se estabeleceu nessa vila ela tinha o costume de ir sedo em uma destas lojas para comprar algo para comer mais tarde, afinal ela e uma péssima cozinheira e dependia da comida da estalagem ou das frutas que costumava comprar para se alimentar, mal ela sabia que hoje seria um dia diferente.
- Em sua caminhada Lena ouvia alguns comentários das pessoas que andavam pela rua sobre um ataque feito contra Ghondrian as pessoas pareciam estar assustadas e impressionadas com este acontecido, a jovem continuava seu percurso ate o mercado ao entrar lá para comprar algo sem querer ouviu um dos moradores locais falar que algumas vilas de Ghondrian foram completamente destruídas ela ficou nervosa quando ouviu eles falarem que entre as inúmeras vilas atacadas estava também a vila Urchblade.
_ Não pode ser toda minha família mora lá será que é verdade isso, mas se essa noticia se espalhou assim a ponto de todos ficarem comentando deve de ter algum fundo de verdade nisso...
_Sem muita demora Lena saia da loja sem comprar nada teria que averiguar se isso era mesmo verdade, sentia uma dor forte em seu peito isso parecia um mal sinal, ela teria que voltar a Ghondrian para ver seus familiares.
_ Não posso ficar assim tenho que ver se é verdade essa Historia que Nysit os proteja...
_A jovem caminhava apressada ate a hospedaria onde estava ficando para trocar de roupa usaria seu velho uniforme de batalha, pegava suas armas não estava muito satisfeita com isso provavelmente teria que lutar de novo já estava quase se acostumando com aquela vida calma que estava levando na vila, passava pelo balcão da hospedaria pagando sua estadia naquele local passava pela porta colocando novamente seu manto para se esconder fazia um bom tempo que não o usava teria uma longa viagem ate Ghondrian mais precisamente para a vila Urchblade seguindo seu rumo sem perder tempo.
_ Não pode ser verdade... eles não por favor Nysit...
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Lilith em Dom Set 16, 2012 2:20 pm

Aquele parecia ser só mais um dia comum em minha vida, havia tomado meu café da manha e estava me preparando para passar na loja de magia do Senhor Ruffi, minha família era muito conhecida na área por usarem seus "dons" para ajudar a todos que precisavam e comigo não era diferente, eu costumava sair muito da cidade realizando pesquisas, tanto sobre magia como também sobre os efeitos da magia na natureza e nos seres vivos, havia me tornado uma pesquisadora e estudiosa, e por conta disso, acabara ficando muito requisitada pelos habitantes locais para poder lhes ajudar com meus conhecimentos.

Quase sempre ia até a loja do senhor Ruffi para lhe ajudar com suas poções magicas e ingredientes, ele já era um senhor de idade e por isso não conseguia dar conta de tudo sozinho. Estava caminhando pelas ruas calmamente quando ouvi um grupo de pessoas discutindo sobre algo,pareciam um pouco aflitas, não era do meu feitio observar conversas dos outros, mas ao passar perto deles, pude ouvir as palavras, "anja", "mortos" e algo sobre Ghondrian estar em perigo.

"Ghondrian em perigo? Preciso saber mais..."

Parei onde estava e fiquei ouvindo de longe a conversa, parecia ser bem mais sério do que imaginava, isso se fosse tudo verdade é claro, como eu não era a pessoa mais sociável da cidade, não tinha muitos amigos, pra não dizer que não tinha nenhum, por conta disso era meio desinformada sobre assuntos alheios a magia e meus estudos pessoais. "Chegando a loja do Senhor Ruffi irei confirmar tal informação, ele deve saber de algo." Então apressei o passo para chegar la mais rapidamente, apesar de parecer mais uma lenda de bar, caso fosse verdade, todos poderiam estar em perigo, incluindo também Widescott.

Chegando a loja, cumprimentei o senhor Ruffi e começamos nossos afazeres, eram coisas simples, mas que me mantinham distraída de certa forma, eu gostava de fazer o que fazia, foi quando lembrei da conversa que havia escutado a pouco na rua e resolvi perguntar se o que estava havendo era realmente verdade ou apenas mais uma lenda urbana.

- Senhor Ruffi, fiquei sabendo a pouco que algumas cidades de Ghondrian foram atacadas por um anjo, e que estava causando muitas mortes e destruição por onde passava... - Era um assunto um tanto chato de se tratar ali, mas como um dono de uma loja bem frequentada, ele com certeza já teria ouvido algo a respeito. - Isso tudo é mesmo verdade?

- Oh minha querida, as informações são meio incertas, mas acredito que sim, muitas pessoas estão comentando isso e até mesmo ouvi dizer que reforçaram a guarda na cidade.

- Isso é bastante preocupante, creio que terei que parar minhas pesquisas por um tempo por conta disso, vai ser bem mais dificil sair da cidade agora.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Ch3rry em Seg Set 17, 2012 12:54 am

Eu estava em Nevton. Não muito tempo atrás eu ficara durante um tem po em Melwood, em Ghondrian. Lá eu fiz grandes amizades, mas resolvi parti e encontrar meu destino. Resolvi ir em busca de conhecimentos. Essa busca me levou até Leryann, Terra dos elfos. E como eu mesma disse, agora passava por Nevton. O dia estava muito bonito, e eu resolvi dar um passeio. Não havia passado muito tempo e notei que um grupo de meio-elfos ficavam me olhando e falando, podia notar que era da minha cicatriz que falavam. Isso me encomodava muito, e com isso resolvi me afastar, foi quando esbarrei em uma moça, também meio-elfa, ela estava com sua filha.

Perdão. Deveria ter tido mais cuidado.

Imagina, eu também não prestei muita atenção. - Ela parecia muito preocupada, e sua filha tinha um olhar muito assustado.

Aconteceu alguma coisa?

Acabamos de ouvir naquela taverna – ela apontou – coisas horríveis estão acontecendo em Ghondrian, parece que uma anja apareceu e está matando todo mundo, ninguém sai vivo a um encontro com ela.

Como? Ghondrian? Quais vilas? Anja?

Eu não sei exatamente, não fiquei muito para ouvir, vou para casa, e caso ela venha pra cá, pretendo me esconder com minha filha.

Eu vou averiguar isso, e preciso ajudá-los! – Retirei uma flor de meu cabelo e entreguei a menininha – Pode pegar, eu prometo que farei o possível para que nada aconteça com ninguém aqui.

Eu saí e me dirigi a taverna, precisava saber mais. Ao chegar pude perceber o grupo de pessoas que comentavam sobre o assunto, eles pareciam bem assustados com a noticia.

Por favor, poderiam me informar o que realmente está acontecendo em Ghondrian? Que Anja é essa? Quais vilas foram atacadas? Eu tenho amigos e parentes em Melwood. – Sim parentes, meu tio acabara por se mudar para lá, depois que sua igreja foi incendiada. – Por favor!

Na verdade não se sabe! Quem passou pelo caminho dela não sobrevivel para contar alguma coisa, alguns até conseguiram mandar mensagens vagas, mas foram poucos e esses também já se foram dessa vida. Aconselharam a todos a ficarem em suas casas, não vaijarem, e se for possível encontrar algum lugar em que possam se esconder , apesar que se ela for mesmo uma anja, acho que não há mesmo um lugar onde se esconder. – me disse um dos homens.

Eu vou para Ghondrian. Melwood para ser exata, eu preciso saber se estão bem, além do mais, acredito que posso ser de ajuda, quanto a feridos, essas coisas.

Você não pode fazer isso, é muito perigoso – disse uma mulher, seus olhos mostravam pavor.

Eu não tenho escolha.

E assim saí da taverna, com os olhos em minhas costas, sem olhar para trás, já havia tomado a minha decisão.


Off: Não sei qual o problema com aquele "Tempo" lá em cima, ele aparece como se estivesse separado, mas na verdade quando eu coloco para editar ele está certo.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por TNB em Seg Set 17, 2012 2:02 pm

Sky vagava pelo deserto, estava farto e cansado daquele sol, e não via nada por perto, ele se questionava o que estava fazendo ou porque, quando se viu próximo a um rio não via nada por perto, nem ao menos uma vila. Ele fez uma breve pausa ali, onde reabasteceu seu cantil e molhou seu corpo, quando se preparava para partir, se deu conta de uma enorme criatura que passou voando pelo local, o mesmo tratou de sair da água o mais rápido possível e juntar suas coisas. Partiu correndo na mesma direção do monstro, depois de 5 dias vagando, se encontrou um uma vila.

Está estava totalmente destruída, quase tudo estava queimado e carbonizado, no chão, se via poças de sangue secando e deixando marcas, aquilo o surpreendeu, e mais que isto foi ver que aquilo não havia sido feito por uma criatura comum. Certamente que não, pois pelo menos as pessoas teriam alguma reação de proteção e não estaria todos mortos. Não havia nem um sinal de vida pelo local, que estava totalmente devastado. O cheiro estava incomodando muito, então o jovem pegou água de seu cantil e molhou seu pano que estava no pescoço e colocou sobre o nariz.

— Céus... o que diabos houve aqui...

Aquilo era repulsante, não sabia o que fazer, e não queria estar ali, quando estava saindo se deparou com uma enorme criatura morta, um dragão, o mesmo que ele havia visto e seguido. Foi quando percebeu que não foi aquela criatura que fez algo tão horrível, embora tivesse duvida de parte disto.

Ele então saiu da cidade de uma vez por todas, e seguiu ao oeste, passou, semanas, e as vilas onde passava, se encontravam totalmente detonadas não havia duvidas que algo ou alguém estava fazendo aquilo. Estava sempre alerta com o que encontrava.

-- Algum tempo depois --

Chegava a vila de Melwood, que estava inteira, e não havia sinais de ataque, seus guardas estava todos em postos, e todos alertas, parecia que eles esperavam pelo ataque ou algo do tipo. Se aproximou de um dos guardas que agora, apontava sua arma contra o rapaz, exigindo uma apresentação.

— Eu sou Murdz Royal, estive em algumas vilas ao redor daqui, todas estavam dizimadas e banhadas de sangue sem ao menos uma alma viva. Decidi então vim para cá, ver se vocês possuem alguma informação. Sabem oque atacou as vilas ?

— Sim... temos algumas informações, vamos entre, é perigoso estar aqui fora, pergunte para alguém dentro da cidade, eu não tenho tempo para lhe explicar.

Sky entrou, calado, via que a cidade não estava alegre e festiva, como sempre ouviu em sua infância, pelo contrario, o local estava repleto de medo. Ele seguiu pela cidade até achar uma taberna, onde entrou.

— Senhor... me dê algo ótimo para se comer, faz tempos que não degusto de uma comida digna.

Logo após ser servido e terminar sua refeição, pagou para o senhor, e então lhe questionou...

— Sabe algo sobre os recentes ataques a Ghondrian ?

O taberneiro então lhe atualizou das informações, e após algumas horas de conversa e bebida, Royal decidiu partir dali, e seguiu em direção a enorme fortaleza, que a medida que se chegava perto, demonstrava enorme beleza. Aqui, acho que consigo fazer ou me juntar a algo...

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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Lonely-Shadow em Ter Set 18, 2012 5:04 pm

Era mais um tipico anoitecer para Artorius, ele se dirigia para Melwood e sabia que teria sérios problemas para entrar nessa vila, afinal sendo um ponto tao requisitado pelos viajantes, ele definitivamente seria reconhecido, mas não se importava com isso, carregava consigo dependurado no ombro um pedaço de lona grande, que usaria como manto caso fosse preciso, quando estava a cerca de 2 horas de melwood, no ritmo de sua caravana claro, quando viu ao longe uma outra caravana vindo na direção oposta, ele se cobriu com a lona, não esperava um combate a essa hora e Gnash aparentava já estar dormindo, se manteve atento ao viajantes, e logo viu que se tratava de uma família e aparentemente estavam fugindo da cidade, Artorius não podia perder a chance, e os cumprimentou e ao faze-lo foi recebido com olhar de espanto do patriarca que rapidamente disse a ele.

--Você deveria estar indo para o outro lado senhor, as vilas de Ghondrian estão sendo atacadas, e ninguém mais se sente seguro por essas bandas.

Artorius se assustou com as noticias, porem ao mesmo tempo ficou feliz, sabia que estava no rumo certo, no rumo do sangue e guerra. E enquanto se deleitava com a ideia e andava, acabou por passar pela outra caravana sem conseguir mais informações porem o mesmo não se importou e continuou indo em direção a Melwood chegando aos portões da cidade por volta de uma hora apos o anoitecer completo, ao longe via vários guardas atentos nos portões e muitas lanternas a iluminar as paredes externas da cidade, sabia que teria problemas para adentrar a cidade, ainda mais com seu fiel urso porem isso não abalaria ele, Gnash a essa hora já estava completamente adormecida, e a sua visão quase divina seria de muita ajuda para adentrar a cidade. Ele então ruma calmamente para os portões de entrada com o manto por cima do corpo, porem sem cobrir totalmente o rosto, para não dar a impressão de estar se escondendo dos guardas, mas sim de quem se escondia do sereno que caia na noite.

Um dos guardas então o manda parar com a mão, ele sabia que o interrogatório estava por vir e com certeza, um dos bem complicados, antes mesmo de o guarda começar a falar, ele fez um sinal com a mão pedindo para o mesmo falar baixo e mostrando o interior da carroça, indicando assim a linda figura de Gnash dormindo, ele se afasta calmamente da carroça e se aproxima do guarda falando.

--Senhor, gostaria de adentrar os portões da cidade, para garantir a segurança da jovem que comigo esta, se não é seguro por essas bandas do reino, sinceramente não sei a quem mais recorrer.

Ele odiava fazer isso, mas precisava mentir, e fingir ser inferior, ele se punia por dentro, e sabia que teria que fazer algo para compensar isso depois, embora o auto-flagelo se mostra-se inútil, ele só havia tomado essa atitude pois sabia essa ser a maneira mais fácil de entrar na cidade, e dessa vez, ele realmente precisava disso, para obter mais informações sobre o ocorrido.


off: desculpem o post porco, to na saída do trampo xD

Att.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Bluesday em Qui Out 04, 2012 1:09 pm

Gente. Desculpa não estar dando continuidade na campanha. As provas chegaram a umas semanas atrás, e no meu curso da universidade nossas provas são tudo práticas e leva semanas para serem concluídas.

Porém agora estou na minha última prova, que entregarei semana que vem.

Então peço so mais um pouco de paciência. Que ai iremos dar continuidade.

Admito também ter esperado por um player postar, pois queria que todos posta-sem no começo, mas como ele ainda não posto e me obrigo a atrasa a campanha, ele terá somente esse prazo da minha última prova ser terminada para postar. Se não irei pular a vez dele.

E o problema das imagens que não aparecia foi resolvido.

Enfim é isso. Me desculpem não ter avisado antes. Grande abraço.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Bluesday em Sab Out 20, 2012 3:53 am

oFF - Primeiramente me desculpem por ter demorado a postar. E por não ter postado na quarta a qual eu havia falado. A minha prova se estendeu por mais uma semana e aproveitei para melhorar a minha escultura 3D.

E então eu só pude postar agora.

Mas como forma de desculpa e que todo esse atraso tenha sido valido. Darei 10 xp para cada um que posto nesse primeiro turno. Os que não postaram não terão esse direito.

Bom galera. Como último aviso antes do começo do meu post. Informo que o jogador TNB não está mais participando do fórum. Por esses motivos está fora da campanha infelizmente :/ Comecei com pé esquerdo pelo jeito.

Enfim vamos dar continuidade.

ON

Ultus Veigh

Após ter conhecido uma apressada elfa, Ultus Veigh acompanhou a mesma até sua casa com certo interesse no que a garotinha carregava consigo.

Ao ver o que o tal cristal fazia. Foi realmente impressionante, um objeto tão comum carregar notícias facilmente.

Mas mesmo sendo notícias dramáticas, Ultus não parecia tão surpreso, era um assassino e estava acostumado com a morte.

E sendo direto, foi ao assunto que queria. O elfo imediatamente desaprovou o pedido do rapaz. Não era o tipo de pergunta que esperava de ninguém, ainda mais de um estranho a qual permitiu a entrada em sua casa.

Mas Ultus era persuasivo, queria a informação de qualquer maneira, e usou de ataques psicológicos contra o elfo, que por um momento foi iludido por seus pensamentos e sua visão. Mas logo que fala-se qualquer asneira, ele se colocou em seu lugar e comentou com o rapaz.

Meu caro, ponha-se em seu lugar garoto. Tenho 1735 anos rapaz, e mesmo vivendo tanto tempo, não fomos notificado de detalhes sobre Fantasy Castle. Como eu mencionei, é um lugar banido e mesmo que eu soube-se algo, não falaria— O elfo olhou para sua filha naquele momentoE é por esses motivos que você citou que eu não contaria nada a respeito daquele lugar. Não me surpreende jovens quererem buscar pela desgraça, mas tudo tem um limite. Siga seu rumo jovem, ainda tens muito a viver. — Depois de responder a pergunta ao garoto, o homem falou frases na qual o mesmo não pode entender, dizia em seu idioma nativo, o elfico — I amar prestar aen, han mathon ne nen, han mathon ne chae a han noston ned 'wilith
.
Tradução
Spoiler:
"O mundo mudou, posso sentir na água, posso sentir na terra e posso cheirar no ar."

Assim depois de se despedirem o jovem se retirava sem resposta e seguia seu caminho novamente.

Namárië! Nai tiruvantel ar varyuvantel i Valar tielyanna nu vilya.

Tradução
Spoiler:
"Adeus! Que os Valar protejam você em seu caminho sob o céu."

Ultus seguiu em viagem. E ficou caminhando sem destino pensando em tudo que havia ocorrido nesses ataques. Foi quando pensou o improvável. Encontrar o autor dos ataques nas vilas. Talvez sendo ele ou ela quem fosse, parecia conhecer muito bem Callystia e seus segredos, quem sabe esse alguém não saberia aonde ficaria Fantasy Castle.

Foi então que Ultus imediatamente mudou seu caminho e foi para Gondrian. Após alguns dias de viagem, o rapaz havia chegado em Urchblade. Havia escolhido aquele local, pois tinha sido o primeiro lugar a ser atacado. E quem sabe houvesse alguma pista de onde o sujeito que atacou foi. Por algum motivo Ultus queria entender a sequencia de vilas atacadas.

Ao chegar lá, percebia alguns guardas nas entradas. Sem saber muito o que fazer agora, resolveu ir até a entrada. Quando se aproximava, via que tinha uma garota querendo entrar na vila, mas parecia que não estava tendo sucesso.

Lena Belmont


Notícias terríveis chegavam ao conhecimento de Lena. Urchblade havia sido atacada e por acaso os familiares da jovem moravam lá.

Com receio do que tinha acontecido, Lena imediatamente foi buscar suas coisas e logo seguiu para Urchblade com muita pressa e pensamentos torturantes.

Durante o caminho para a vila, Lena podia perceber de longe que quase tudo não tinha a mesma aparência de antes. As flores se escondiam, as árvores pareciam mais secas, e até o vendo parecia que tinha parado de soprar. Algo estava realmente errado.

Faltando pouco para chegar na vila, Lena via de longe que havia alguma movimentação nas entradas da vila. Quando chegou mais perto, viu que eram guardas e estavam trancafiando Urchblade para que ninguém entra-se. Muitos curiosos e ladrões poderiam aparecer por la para se aproveitar do que restou da vila.

Quando finalmente chegou na entrada da cidade. Um guarda logo autuou Lena e perguntou com uma voz bem rouca. Estava usando uma armadura completa e até mesmo o seu rosto estava coberto por seu elmo. Parecia realmente ter acontecido algo por ali.

Para onde pensar que esta indo mulher?


Lilith Lookheart


Depois de descobrir certos rumores, Lilith parecia mais curiosa do que de costume. Foi quando resolveu perguntar para Ruffi, um senhor que ela ajudava em seus trabalhos, a respeito sobre tais acontecimentos.

Com uma expressão bem descontente o senhor explicava o que sabia. Aquilo estava atrapalhando sua vida pessoal.

De repente alguém entra batendo a porta do local e gritando.

Ruuuuuffi!!!! Pooor favor. Me ajude

O senhor assustado olhou derrubando as coisas que tinha nas mãos.

Aaai meu deus, estamos sendo assaltados!! — Ao notar que era seu vizinho o senhor se acalmou — Ai meu deus Ícaro, não entre mais assim. Eu quase tive um infarto. E afinal, porque desse desespero todo?

Senhor Ruffi. Por favor, preciso muito da sua ajuda — Os olhos se enchiam de lágrimas — Minha filha viajou recentemente para Urchblade. Coisas terríveis aconteceram por la e preciso saber se minha garotinha esta bem. Mas não tenho como ir. Estou desesperado. Pago se for necessário. Mas me ajude pelo amor de deus

Oh santa mariposa da asa quebrada, isso é verdade mesmo? Mas Ícaro, não posso ir, estou velho demais, já estou quase caducando — Meio sem saber o que fazer, Ruffi olhou para Lilith — Mas essa jovem aqui pode lhe ajudar, não é mesmo Lilith? A família dela tem um bom coração e costumam ajudar bastantes pessoas. Veja ela mesmo, sempre me ajudando nós meus afazeres. Mas agora com toda essas tragédias ficarei atolado sem fazer nada. O que me diz Lilith? Quer ajudar esse pobre pai desesperado?

Indiretamente Ruffi colocava Lilith em uma situação difícil e perigosa.


Aldora Haesbaert


Aldora como muitos, descobriu a triste verdade que tinha acontecido e como outros, também tinha parentes e amigos nessas vilas atacadas. Sua preocupação foi imediata e antes mesmo de decidir parti, já em seu sub-consciente já tinha tomado uma decisão.

E assim a garota partiu para Melwood . Porém para ir até lá, precisaria passar pelo caminho de Urchblade, a primeira vila atacada. Aldora sentiu até mesmo um frio em seu corpo ao pensar no assunto, mas não tinha jeito, teria que ir de qualquer forma.

Depois de algum tempo andando, Aldora já podia ver a entrada da vila Urchblade. Notava que o local não parecia está em suas melhores condições. Mas mesmo a aparência negativa, não fez ela deixar de notar que havia certa movimentação na entrada da vila.

Aldora intrigada com aquilo, resolveu ir ver o que era, e também perguntar o melhor caminho para a vila de Melwood.


Artorius Augustus


Artorius pretendia entrar na cidade a qualquer custo, até mesmo manchar seu orgulho para tal. Porém mesmo fazendo isso, não teve muita sorte.

Desculpe senhor. Mas as ordens são para não permitir a entrada de ninguém depois que o sol se ponhe. Terá que procurar outro lugar para passar a noite. Lamento.

O guarda não havia sido grosseiro, até mesmo Artorius poderia notar o dom de medo na voz do guarda. Afinal não era por acaso, tantos lugares sendo atacados e por acaso aquela vila ainda havia sido poupada. Então a segurança estava extrema.

Com a negação da passagem e sem rumo a tomar, o minotauro seguiu viagem passando por algumas das cidades atacadas. Via de longe que tudo parecia bem acabado e notava a segurança nas mesmas, e por isso evitou se aproximar muito, pois poderia ser facilmente reconhecido.

Continuou seu caminho por mais alguns dias sem encontrar nenhum lugar para ficar, até que chegaram próximos a Urchblade. Artorius não queria ir também até a entrada dessa vila, porém algo o motivava-o a ir até a vila. Não entendia aquele sentimento, mas era mais forte que ele e resolveu se aproximar. Notava que havia muitos guardas e ficava receoso de reconhecerem ele.

Mas mesmo com tudo isso em jogo, a ilusão de algo atraindo ele era mais forte que sua cautela e foi até a entrada para poder ver de perto o que aconteceu.



oFF

Bom galera. Esta feito o primeiro post.

Eu meio que adiantei algumas coisas devido ao tempo que já perdemos com os meus afazeres e porque eu meio que não tinha muita ideia como iria se desenrolar o futuro de alguns personagens, então manipulei alguns. Porém outros já se encaixava em meus planos.

E como novo premio, daria mais 5 xp para cada um que postar no próximo turno. Assim saberei quem está realmente acompanhando os post.

Os outros dois players que não postaram, ainda terão sua chance de entra definitivamente para a campanha, como outros players interessados em participar dela terão.

Enfim por enquanto é isso. Novamente me desculpo pelo atraso e pela acelerada no começo da campanha.

Se puderem, deixe um comentário sobre a introdução e o meu primeiro post. Quero ter alguma noção do que vocês acharam. Embora sei que o primeiro post não é dos melhores, mas garanto que o final irá compensar.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Razor Wind em Sex Out 26, 2012 2:55 pm

E é por esses motivos que você citou que eu não contaria nada a respeito daquele lugar. Não me surpreende jovens quererem buscar pela desgraça, mas tudo tem um limite. Siga seu rumo jovem, ainda tens muito a viver.

Certamente as palavras do elfo não eram as que Ultus desejava ouvir depois de seu discurso. Aquilo de fato tornaria a situação um pouco mais complicada para o jovem, afinal ele estaria sem um senso de direção adiante e se nem mesmo os elfos sabiam onde ficava fantasy castle, outros saberiam menos ainda.

- Desgraça? Heh... Parece que seus 1735 anos não lhe fazem mais recordar do que é a verdadeira desgraça não é? Talvez um dia compreenda que não se trata de matar ou fingir que nada acontece, é um equilíbrio abalado que deve voltar a sua forma original. Mas agradeço pela hospitalidade, devo continuar agora, já que minha presença nesta morada se tornou ameaçadora.

O rapaz voltava a andar pelas ruas, agora desertas. A notícia aparentemente abalou toda a cidade e as pessoas que andavam livremente pelo local agora escondiam-se em suas casas e, os comércios já não mais estavam em atividade. Mal sabia aquele elfo, mas a desgraça já havia chegada àquele lugar, o medo por si só já fizera com que eles começassem a se tornar hostis e a não confiar naqueles que estavam próximos.

" Parece que não vou obter nenhuma informação sobre Fantasy Castle. Se aquilo realmente era um anjo ou seja lá o que for, deve ter alguma ligação divina, mas não posso me mover baseado em boatos. Aquilo tem atacado Vilas em ordens suspeitas. Hm...acho melhor eu ir direto à fonte dos problemas. "


O jovem de madeixas negras optara então por rumar à Urchblade, o local do primeiro ataque. Quem sabe lá pudesse tirar algumas conclusões do que estava acontecendo. Ao chegar próximo, deparava-se com a imagem de guardas na entrada da Vila, os quais estavam impedindo a passagem de uma garota.

" Guardas para uma Vila completamente destruída?! Parece que Urchblase pode me trazer as respostas de que preciso, afinal se nenhuma informação valiosa pudesse ser encontrada na cidade, não haveria um motivo plausível para resguardá-la dessa maneira. Talvez aquela mulher saiba de alguma coisa também. Detesto esse tipo de coisa, mas creio que terei de entrar na cidade de forma diferente. "


- Ei! O que estão fazendo?! Como ousam interferir nos assuntos reais dessa maneira? Vocês fazem idéia de quem eu sou?

O intuito era mentir para os guardas, certamente sua capacidade de persuasão era inigualável, mas restava saber se os guardas iriam ceder à primeira armadilha, caso esta fossem bem sucedida, as demais tinham uma chance ainda maior de funcionar, afinal a primeira "barreira" que limitava Ultus como um estranho seria quebrada e ele passaria a representar alguém importante.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por saphyra odin em Sex Out 26, 2012 8:54 pm

Após uma longa viagem passando pelos mais diversos locais, passando por comboios de refugiados a noticia da destruição nas cidades cada vez se espalhava mais e mais fato esse reforçado pela quantidade de gente fugindo de regiões ou vilas próximas aos lugares atacados. Já chegando próximo a Urchblade podia ver a vegetação morta junto a um ambiente pesado e negativo com muita demora Lena chegava à entrada da sua Vila, via muita movimentação na entrada da mesma.
Lena tentava entrar na Vila quando era parada pelos guardas fortemente protegidos.
_ para onde pensa que esta indo mulher?
Lena não gostava de ser tratada assim, sua vontade era em cortar o pescoço do maldito guarda por falar assim com ela, mas se conteve no momento.
_ Queria passar para averiguar o que aconteceu aqui, pois pelo visto vocês não vão fazer nada alem de guardar esse local?
Caso não a deixassem entrar pelo portão principal ela não se preocuparia com isso ela conhece muito bem outros caminhos que a levariam para dentro da vila, pois quando era criança costumava muito sair da vila para brincar escondida saindo por uma das varias passagem que nela existe...
Quando a jovem terminava sua fala foi surpreendida por um jovem alto de olhos azul e cabelos preto que chegou ao local e já estava repreendendo os guardas.
-Ei! O que estão fazendo?! Como ousam interferir nos assuntos reais dessa maneira? Vocês fazem idéia de quem eu sou?
Com isso Lena ficou curiosa, agora ela iria observar a reação dos guardas para com o Jovem e se ele conseguiria entrar a cidade talvez ela pudesse aproveitar a ocasião para entrar também na vila.

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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Ch3rry em Sab Out 27, 2012 12:41 pm

Minha decisão já havia sido tomado e com isso meu destino estava traçado. Eu tinha que ajudar meus entes queridos e isso não iria mudar. Porém para chegar até Melwood eu teria que passar por Urchblade, um frio percorreu o meu corpo só de pensar nisso e dei uma leve estremecida, mas logo recuperei o folego e segui viagem.
Após uma bela caminhada eu avistei a entrada de Urchblade. A primeira olhada era possível ver um cenário sombrio sobre a vila, de devastação, e então meus olhos se depararam com uma pequena comoção de pessoas na entrada da vila. Aquilo lhe poderia ser útil, poderiam ter informações de como seria a melhor forma de chegar a Melwood.
Quanto mais se aproximava mais podia notar que não era um simples grupo de pessoas, eram guardas que tentavam impedir a entrada de uma garota na vila, e um rapaz que aparentemente também gostaria de entrar.

"Por que estes guardas estão aqui? E esses dois, qual o motivo de querem entrar tanto em uma vila destruida?"

Queria passar para averiguar o que aconteceu aqui, pois pelo visto vocês não vão fazer nada alem de guardar esse local? - Dizia a jovem, que antes mesmo de receber uma resposta dos guardas era interrompida pela intromissão do outro jovem.

Ei! O que estão fazendo?! Como ousam interferir nos assuntos reais dessa maneira? Vocês fazem idéia de quem eu sou?

"Será prudente interferir? Ou eu acho que seria melhor esperar que isso se resolva?"

Preferi não falar nada por hora, talvez estivesse petrificada pela minha timidez, mas acreditei que se não falasse nada eles poderia continuar sua discussão e nem notariam minha presença, e quando fossem embora poderia falar com os guardas, e perguntar o que devia a eles, sem precisar me comunicar com muitos desconhecidos ao mesmo tempo. Isso me fez pensar inclusive que talvez nem devesse ter me aproximado tanto.


Off: Desculpa a demora, aconteceram algumas coisas, mas está ai.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Lonely-Shadow em Ter Out 30, 2012 6:46 pm

Off:
Blue, atente pelomenos para as idades das raças, meio TOSCO demais um elfo aqui viver 1700 e poucos anos, quando o mais velho conhecido viveu apenas 310... sem maldade, licença poetica tem limite....
depois posto o resto.

On:

Artorius havia andado bastante, ate chegar na porta da cidade que fora o seu objetivo durante boa parte de sua vida, ele finalmente voltara para a cidade que um dia fora a casa de seus pais, a cidade que era o mais proximo de uma cidade natal que ele jamais teve, ele se aproximava cautelosamente nao sabia bem o porque, mas havia muita gente proxima a entrada principal da cidade, ele ia se aproximando e via uma jovem um pouco destacada e mais distante dos portões, prestando atenção na conversa que ocorria nos mesmo. ele se aproxima calmamente da jovem com a sua caravana, incluindo seu fiel companheiro urso.

--Boas minha jovem, por que nao se aproxima dos portões comigo? creio que buscas por informações e descanso assim como eu, talvez tenhamos mais chances de conseguir, se aparentarmos ser uma caravana de refugiados.

Gnash sai entao da carroça, alertando Artorius sobre a conversa enfrente ao portão, o que apenas instiga mais o mesmo, que novamente insiste para a jovem o acompanhar, agora ja andando em direção ao portão e pensando em como poderia ajudar o jovem em seus assuntos reais, embora Artorius nao se recorda-se de nenhum encarregado real destas bandas tao jovem.

--Vamos garota, eles podem precisar de nos, assim como nos certamente precisaremos deles mais pra frente, nao se preocupe, e deixe que eu fale.

Chegando mais ou menos proximo do portão ele começa a demonstrar um certo ar de cansaço e a aparentar nao fazer o que fazia por boa vontade, então diz:

--Desculpe a demora Milord, os animais ja estão cansados assim como eu, espero nao receber nenhuma punição por atraso tao curto de seu humilde servo.

Artorius mantinha a cabeça baixa e coberta pela lona, tentando evitar de ser reconhecido tanto pelos guardas como pelos outros, esperava que o jovem o ajuda-se em sua mentira, apenas pela curiosidade de saber o que aconteceria.

off:
ta ai galera, como o blue, to tentando adiantar um pouco as coisas.
jovem entre os elfos de tolkien, e nao daqui, se adeque o minimo ao cenario cara, por favor.

Att.
L~S


Última edição por Lonely-Shadow em Ter Out 30, 2012 7:27 pm, editado 2 vez(es)
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Bluesday em Ter Out 30, 2012 7:23 pm

oFF - Embora eu realmente não sabia quem era o elfo mais velho do forum. Ainda sim isso não eh velho. É uma criança. Elfos de 1000 anos são jovens ainda.

Mas mesmo tendo essa questão do mais velho do fórum, tudo ah um porque. E como você disse, sem maldade, mas isso é uma campanha livre e vocês não sabem o porque de muitas coisas que vão acontecer ou já aconteceram.

Então já estão avisados.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Bluesday em Sex Nov 16, 2012 2:04 pm

Mais uma vez me desculpem. A faculdade está realmente puxada e quando acabo as provas do primeiro bimestre do segundo semestre, o professor já de uma nova prova mais complexa pro segundo bimestre.

Então ando me esforçando para isso. Não quero fazer algo mediocre.

Mas assim que eu tiver um tempo eu posto. Irei atropelar quem ainda não posto.

E mais um detalhe.

Lilith, se ainda quiser voltar para a aventura, não tem problema, eu adiciono sua parte no post anterior.
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Lilith em Sex Nov 16, 2012 2:20 pm

[Im back? o.o]

Estava calmamente arrumando os ingredientes na prateleira enquanto Ruffi abria o pacote que havia trazido, quando um homem entrou gritando pela porta, tomei um belo susto e ainda quando ouvi o barulho de coisas caindo e o senhor Ruffi dizer que era um assalto eu me desesperei um pouco, só depois que percebi que era apenas um alarme falso.

"Como se não fosse suficiente tudo isso que ta acontecendo, ainda vem alguém aqui me colocar mais medo!"

Mas enquanto voltava ao meu afazer, eu prestava atenção na conversa dos dois, ele parecia muito aflito e com bastante motivos, a filha dele estava em considerável perigo, mas vir pedir ajuda logo ao um senhor de idade? Acho que ele não era a pessoa mais inteligente daqui, com certeza. Ruffi tratou logo de evadir-se da tarefa de ir até Urchblade, mas o que me deixou surpresa não fora a resposta dele, mas sim o que veio depois, ele indicou a mim como candidata a ajudar o homem, me virei para encarar os dois pronta para responder que não, mas quando olhei para aquele moço, e vi que estava desesperado, quase chorando, eu não tive coragem de faze-lo.

- Eu... Er... Ahhh... Tudo bem, eu acho que posso ajudar sim... - O que? Eu disse mesmo isso? Não acreditei nas palavras que saíram da minha própria boca, mas agora que já tinha dito, não podia mais voltar atras, ele já havia depositado suas esperanças em mim. - Pode me dizer como é sua filha? Quanto tempo faz que ela já viajou? O nome dela?
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Re: O que vemos não é o que parece.

Mensagem por Admin em Dom Nov 24, 2013 10:53 am

Não sei Lilith XD
O fórum está inativo, estou recriando-o..reformulando-o e tudo o que termina com "ando-o" que vc pode imaginar...

Mas não suma! o/


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Re: O que vemos não é o que parece.

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